" ESCREVER É AMADURECER COM AS PRÓPRIAS IDEIAS!"

( Roberta Amaro )

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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

HAVERÁ UM MOMENTO...



Haverá um momento que as circunstâncias farão com que você se sinta fraco, mas lembre-se que é você que decide ser forte. 

Haverá um momento que as pessoas não acreditarão em você, mas lembre-se de que se você mesmo acreditar que pode, Deus te fará invencível. 

Haverá um momento que o tempo poderá lhe trazer na memória os dissabores do passado, mas lembre-se de que ninguém vive dois tempos simultaneamente, viva o presente. 

Haverá um momento que o tempo poderá lhe oferecer as angústias de um futuro incerto, mas lembre-se de que você é quem escolhe recebê-las ou não, o futuro sempre será incerto até porque ele não existe. Alguém já viveu no futuro alguma vez? 

Haverá um momento que o que todo mundo faz será atrativo e prazeroso, mas tenha certeza de que um dia você se arrependerá por não ter sido diferente do resto. 

Haverá um momento que você será pequeno entre os aparentemente "grandes", mas lembre-se você  é que escolhe ser tão grande quanto ou se resignar a condição de pequeno para sempre. 

Haverá um momento que tudo parecerá sem sentido, mas lembre-se de que talvez o sentido esteja em Quem você tem desprezado ou simplesmente sido indiferente. 

Haverá um momento que você estará sozinho mesmo cercado de um milhão de amigos, mas lembre-se de que nem um milhão de amigos pode lhe oferecer amizade maior do que Aquele que te conhece em todos os aspectos. 

E nesse momento quando a solidão parecer infindável e o mundo lhe virar literalmente as costas, lembre-se que Deus estará sempre de braços abertos esperando por você. 

Solidão é uma escolha. Viver sem ela também é, e tem um nome certo DEUS.


Pense nisso!


Roberta AMARO

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

ELE PREFERE O INFERNO


Vou lhes dizer algo sobre mim, geralmente não me espanto e me escandalizo com a maioria dos comentários que ouço diariamente. Acredito que hoje aquele receio de outrora, presente naquela famosa expressão : " eu não esperava isso dele(a)", já não existe mais. 
Agora espera-se tudo.

Quase sempre o que causa espanto não são as palavras proferidas e sim a falta de raciocínios delas. 

Perde-se por não se calar; perde-se por não raciocinar.

Dia desses assistindo a uma aula de literatura o professor disse saber qual seria o destino da sua alma, num comentário eu diria infeliz.

" Possivelmente irei para o inferno, mas em acordo com o Diabo já solicitei área vip  e camarote open bar."
É claro que para grande maioria das pessoas que assistiam também àquela aula, um comentário desses soou mais cômico do que infortunoso, até mesmo por se tratar da pessoa que o disse. Mas eu não encontrei motivos suficientemente plausíveis para entoar a gargalhada coletiva.

Sem demagogias sempre estive bem certa das escolhas que faço, de todas as ideias, pensamentos e principalmente sobre tudo que acredito. Se as pessoas concordam ou não, isso não importa, pois é algo que se diz respeito a elas mesmas. Todavia enxergar o engano na vida de muitos e mesmo assim se calar é de uma hipocrisia mortal.

A maior parte das escolhas tem caráter individual, e optar pelo destino da alma é a principal de todas elas. É algo que a própria pessoa acaba escolhendo, de um jeito ou de outro. O Bem e o Mal existem desde de sempre, não são relativos ou uma mera questão de ponto de vista. Eles não coexistem. Acreditando ou não, toda alma sabe o que lhe espera. Cada um possui a eternidade dentro de si e junto a isso o direito de escolher o que fazer dela.

Ninguém deseja o inferno, mas a grande maioria das pessoas não está totalmente disposta a se ver livre dele. Preferem se enganar, acreditando que ele não existe. Ou então acabam fazendo como esse professor, num ledo engano creem que o inferno pode ser prazeroso só porque eles querem. 

Eu não me arriscaria tanto para saber o que já está bem claro. Creio que você também não.

Pense nisso! Roberta Amaro

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

O MEU TEMPO



“Se eu perdi tempo ou ganhei ainda não posso dizer. Só sei que todas as vezes que penso no tempo é como se visse na minha frente uma bomba relógio. Como se eu precisasse lutar todos os dias contra os ponteiros apressados; alcançar o objetivo traçado antes que o prazo se esgote. Por isso e muitos outros motivos eu decidi: não estou desistindo do meu sonho, apenas quero me dar a chance de ser o melhor de mim agora. Fazer do meu tempo o tempo de Deus. Eliminar a bomba relógio e fazer pulsar esse cronômetro chamado vida para sempre” Roberta Amaro




O tempo passa, é possível sentir, é inevitável perceber que ele passa.
A vida é um cronômetro e quanto a isso não há remédio. Creio que nada parece tão cruel e assustador quando o tempo passa e você se dá conta de que passou junto com ele, tão rápido e sem sentido algum.
Confesso-lhe que eu não me vejo passar com o tempo, sinto-me jovem e disposta a cada segundo. Não existe uma recompensa melhor do que saldar a dívida consigo mesmo, olhar para o espelho e saber que agora sou melhor do que fui no último segundo.
O meu tempo sou eu que faço.
Assim resolvi todos os dias da minha vida entregá-lo ao único que de fato merece e possui a competência para controlá-lo: Deus. Trata-se de fé, uma certeza intransferível que só quem exercita é capaz de compreender. A certeza de que todas as coisas acontecerão nesse tempo é o que define o caminho. Nessa aliança o tempo é meu e de Deus. E quando o seu tempo está nessa parceria não há como dar errado. O cronômetro passa, mas você permanece e a cada dia torna-se grande, assim como Deus. Quer mais alguma coisa?
Com Deus esse cronômetro é infinito.
Por que fazer do seu tempo o tempo dos outros, ou um tempo sem sentido onde você próprio passa junto com ele?
Faça do seu tempo o tempo de Deus. Deixe esse cronômetro passar eternamente.
Roberta Amaro

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

O DIA QUE SENTI O TEMPO



Dois relógios marcam, cada um o seu tempo, cada um o seu segundo a cada segundo.

Na noite de 3 de dezembro.

Só me resta ouvir o som e sentir que o tempo passa.

Num compasso a noite se vai, num outro compasso um novo dia está por vir.

Olhar para as paredes da casa dos meus pais é o mesmo que perceber o quanto tempo se passou, tudo sentiu, eu senti e quanto a essas peredes, elas também sentiram...

O tempo não volta, nos leva a cada dia. Leva a vida, pelo desgaste do corpo, pela dor que até então não sentíamos.

E sem perceber nos deparamos com o inevitável. E nesse momento o tempo deixa de ser marcado e sentido.


RONALDO AMARO

sábado, 19 de novembro de 2011

SINGULAR






Tem gente que passa a vida imitando os outros, e não consegue fazer diferente aquilo que outros já executam. Mas também há aqueles que já nascem de alguma forma como pessoas singulares. Não apenas por serem diferente dos demais, mas porque imprimem às coisas um valor diferente. Fazem o simples se tornar especial. Poucos fazem isso, mas os que fazem tornam-se para sempre lembrados.
Você deve conhecer pessoas assim. Todos podem fazer o que ela faz, todavia ninguém faz como ela faz.
Hoje é domingo, e aqui estou eu na casa dos meus avôs, sentada no sofá escrevendo. Esse fim de semana é especial, minha avó está lá na cozinha fazendo um prato que é uma especialidade dela: nhoque. Ainda pouco me lembrava de quando ainda morava aqui do lado da casa dela. Desde que me entendo por gente eu só comi um nhoque em especial, o da minha avó. E meditando nesse assunto de ser alguém “singular”, acho que não encontrei um exemplo melhor do que esse. Eu sei que poderei comer outros nhoques, até mesmo me arriscar a fazer esse prato um dia( melhor nem tentar) mas ainda assim nada nem ninguém irá fazê-lo como minha avó faz.
Ser singular é uma marca que poucas pessoas conseguem imprimir em sua trajetória de vida. Seja um grande feito, realização ou simplesmente fazendo um nhoque, todo mundo pode ser singular, só que para isso é necessário uma única ação: APERFEIÇOAR.
Para ser diferente e despertar a percepção das pessoas quanto ao seu potencial e capacidade depende disso: do aperfeiçoamento. Depende do quanto de si você é capaz de doar em prol do que quer. O que importa é seu sacrifício diário, seu interesse em ser melhor. Não melhor do que os outros, mas melhor do que você foi ontem. Se todos pensassem sobre isso e de fato se dispusessem a aperfeiçoar seus próprios talentos, teríamos menos pessoas entediadas por aí. Os consultórios de psicologia não estariam lotados. Ninguém precisaria lhe dizer o quanto se é capaz, por que cada um saberia que conhecer a própria capacidade depende do quanto eu me aperfeiçôo.
Prática e disciplina são grandes aliadas nessa busca.








Pense nisso!




Roberta Amaro

domingo, 16 de outubro de 2011

GRATO, EU? PENSE NISSO!

PÕE UM BAND-AID AÍ!







Se você era como eu quando criança, você adorava ter um band-aid em algum lugar do corpo. Havia algo legal e divertido naquilo. E eu suspeito que o pessoal da Johnson & Johnson sabia disso também. Eles faziam todos os tipos de band-aids legais, de várias as cores e com personagens de desenhos animados. Você até queria sofrer um corte e sangrar um pouco para ter um...

Band-aid é bom para o que foi feito — arranhões e pequenos cortes. Infelizmente, ele não ajuda a curar nada mais sério.

A vida também oferece muitos tipos diferentes de band-aids para os nossos problemas.

Bateu um clima ruim com seus pais? Tranque-se em seu quarto e coloque o seu iPod nos ouvidos no último volume. Problemas de comunicação no casamento? Saia para tomar um drink com os amigos. Está com raiva? Dê um soco na parede. O dinheiro está curto? Coloque no cartão de crédito.

Soluções tipo band-aid para os problemas da vida se acham em abundância. Elas são baratas, fáceis, e oferecem alívio imediato. Quer dizer, até que se tornam caras, ineficazes, e inúteis.

Enquanto as raízes dos problemas não são tratadas, elas só vão ficando mais fortes. Os problemas voltam cada vez piores. E cortar as raízes torna-se cada vez mais difícil.

Quantos band-aids serão precisos, e quanto mais perda e dor, para você perceber que você precisa lidar com a raiz?


http://www.folhauniversal.com.br/capaiurd/noticias/corte-o-mal-pela-raiz-7666.html

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

FÉ POR GEOGRAFIA




Sabemos que o ser humano é, em grande medida, um produto de seu ambiente. Se ele nasceu de pais brasileiros, falará português, comerá comida brasileira, e provavelmente vai gostar de futebol. Se tivesse nascido no Japão, falaria japonês, comeria o japônica (arroz japonês) todos os dias, e gostaria de beisebol ou de assistir sumô.

Questão de lógica.

Infelizmente, o mesmo acontece com a fé das pessoas. A maioria das pessoas professa a fé que adquiriu devido à sua localização geográfica. O brasileiro há uns anos atrás já nascia praticamente com um terço no pescoço (ainda que nos últimos anos, a religião de berço do brasileiro nem sempre é a católica).

O mesmo se dá com o muçulmano, o judeu, o budista, o espírita, e até mesmo o ateu. As pessoas professam a fé que lhes foi passada por seus pais. Se você tivesse nascido na Arábia Saudita, provavelmente seria muçulmano. Se na China, seria budista, taoísta, ou mesmo agnóstico.

Quer dizer, esse tipo de fé é fruto de tradição, costumes, e influência. Essa fé, porém, é uma fé falsa. É religiosa, sem pé nem cabeça, e não funciona quando a pessoa mais precisa. A inteligência nos diz que a fé em Deus (que não tem nacionalidade nem costumes) não pode estar sujeita aos costumes e tradições de um povo.

Então, de onde vem a verdadeira fé?

Ela é fruto do raciocínio, do uso da inteligência sobre as coisas criadas por Deus. Quando você pensa nas coisas que Deus criou, como as criou, com que finalidade etc. — você chegará a conclusões que darão origem a fé pura.

Nenhuma religião resiste ao teste de inteligência.

De onde vem a sua fé — da sua geografia, de seu ambiente, ou de sua inteligência?

No que diz respeito a fé, você tem que estar fora do mapa.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

NÃO LER A BÍBLIA POR UM MÊS?

Essa foi a idéia maluca lançada sobre a mesa durante nossa reunião de pastores e obreiros um par de noites atrás. Nós estávamos falando sobre como as pessoas de quem lemos na Bíblia não tinham a Bíblia para ler todos os dias, nem igreja para frequentar toda semana, e muitos como Abraão e Noé e José não tinham sequer um profeta para orientá-los.




E ainda assim, eles se saíram muito bem no departamento da fé.Em contraste, apesar de que as pessoas hoje têm acesso a todo tipo de apoio espiritual e recursos cristãos, ainda assim a fé delas é tão fraca e confusa.




A diferença é simples:




As pessoas da Bíblia eram praticantes do pouco que sabiam sobre Deus. Mas as pessoas que carregam a Bíblia hoje em dia estão apenas engordando com o conhecimento dela, o qual não exercitam.




Então a surgiu a ideia, que afinal não parece tão louca assim:




E se você decidisse não pegar na sua Bíblia durante um mês e, ao invés de lê-la, colocar em prática o que você já conhece dela mas ainda não pratica?




Os resultados poderão surpreendê-lo...


sábado, 3 de setembro de 2011

O SUFICIENTE




Há certas coisas que apesar de úteis e de possuírem grande significado ainda assim não são suficientes. E outras tantas que aparentemente nos parecem úteis, mas não passam de degetos acumulados com o tempo e que na maioria das vezes retardam a nossa busca pelo suficiente. Não creio que poderíamos listar todas elas, afinal são tantas e frisá-las aqui não as tornariam suficientes para mim e nem muito menos para você.


Todos os que pensam e raciocinam sobre isso são capazes de identificar o que não tem agregado nada em suas vidas. Quando se pensa, também passa-se ser capaz de compreender que há escolhas e determinados "importantes" na vida que embora sejam um progresso não garantem o êxito. É como subir uma escada. Digamos que você está prestes a subir 20 degraus, todavia só conseguiu chegar até o 11º. Tudo bem que 55% do percurso foi realizado mas ainda há 45% pendente. Quem para no 11º degrau nunca chegará ao 20º, ao suficiente.


Comparativos simples que esclarecem bem a ideia. Contudo compartilhando minhas próprias experiências talvez a compreensão se torne mais clara.


Por exemplo, todo o meu desempenho, as horas e mais horas de estudos, a maratona intensa de provas, trabalhos, pesquisas, tudo isso foi essencial para que eu pudesse agregar conhecimentos, mas não foi o suficiente para que pudesse passar de primeira no vestibular. Para alcançar a aprovação eu teria de estudar o dobro, o triplo, enfim maximizar o suficiente.


Certa vez eu abri meu guarda-roupas e ele estava lotado e mesmo assim não sabia o que vestir, tudo porque a maioria das roupas que ali estavam já não me serviam mais. Peguei todas elas e doei para quem precisava, para quem realmente caberia nelas. Fiquei com o suficiente.


Um dia eu estive sozinha, desesperada, vazia, sem saber para aonde ir. Não conseguia enxergar a solução para os meus problemas e angústias. De nada me valia a religião que professava ter, muito menos o dinheiro ou todo o conforto, nem todos os prazeres e alegrias momentâneas que o mundo pudesse oferecer. E numa atitude inteligente e racional me voltei para Deus, conheci o verdadeiro Deus e Ele foi capaz de transformar minha vida. Pensei que conhecê-Lo bastaria, mas não foi o suficiente. Eu precisei buscar o Espírito de Deus, a essência Dele para o meu caráter.




E assim o fiz, e hoje percebo que o Espírito Santo é o suficiente que me confere o discernimento necessário para buscar o que realmente importa. E é claro, jogar fora tudo o que não me acrescenta.


E assim como fiz na minha vida, eu creio que se você fizer também terá grandes recompensas por isso. Faça agora mesmo uma lista do que lhe aparenta útil, mas que ainda não é suficiente e coloque este título: PARA EU ME EMPENHAR. Faça também uma outra lista e coloque o que de fato não tem lhe servido e se desfaça de toda essa bagagem desnecessária, e coloque o título: PARA EU ME DESFAZER. Não meça esforços e se dedique.



Pense nisso!



Roberta Amaro





terça-feira, 30 de agosto de 2011

O QUE EU APRENDI COM DEUS



Com Deus eu aprendi,










  • que a religião é a raiz de todos os males porque ao invés de libertar ela aprisiona;


  • que a fé não é religião, fé é inteligência, a capacidade de acreditar quando ninguém mais acredita;


  • que não há impossível e que o limite é humano;


  • que o Espírito Santo não é somente a paz é o caráter de Deus na pessoa;


  • que o coração deve estar sujeito a mente, e não a ele próprio;


  • que ninguém possui méritos diante Dele, somos justificados pela fé que de fato praticamos;


  • que Ele confia em nós na mesma medida que confiamos Nele;


  • que vencer as próprias vontades é questão de raciocínio;


  • que Ele não quer que sigamos regras;


  • que Ele quer nossa sinceridade e não orações prontas, cada vez que oramos o que todo mundo diz é uma oportunidade que perdemos de falar de nós mesmos para Ele;


  • que para pensar como Deus deve-se saber primeiro o que Ele pensa;


  • que quando as emoções estão em alta certamente somos dominados por elas, escolhendo assim o que é errado;


  • que Deus é amor, mas acima de tudo Ele é primeiramente justiça, por isso há diferença entre aquele que O serve e o que não O serve;


  • que enquanto a pessoa não for fiel para com aqueles que estão ao seu lado muito menos será para com Deus que ela não pode ver;


  • que não importa o que façamos, a qualidade, ou o empenho que empregamos em determinadas tarefas, o reconhecimento não virá dos homens;


  • que só se aprende o que é TUDO quem está disposto a perder agora para ganhar lá na frente;


  • que a Bíblia não é apenas para ser lida e sim colocada em prática, e que as promessas devem se cumprir na vida dos que acreditam;


  • que ninguém torna-se merecedor de coisa alguma, apenas justificado pelo desempenho;


  • que a sua vida será sempre o retrato do Senhor que você tem dado ouvidos;


  • que a mágoa por alguém é um veneno que você próprio bebe;


  • que Deus só pode ser TUDO quando estamos dispostos a dar o nosso TUDO para Ele.

Certa vez alguém me disse assim: "- Servir a DEus é algo muito careta."


E agora eu respondo:


"Se servir a DEus e fazer a sua vontade é caretice, eu sou a primeira CARETA da fila."


" EU TE CONHECIA SÓ DE OUVIR, MAS AGORA OS MEUS OLHOS TE VÊEM"


(Jo 42:05)



Hoje eu sei em QUEM tenho crido. E se você quiser fazer o mesmo, pode começar agora. Como?


Acesse IURD TV a partir das 9 horas da manhã, todos os dias, e você saberá por onde começar.


http://www.arcauniversal.com/iurdtv/


Pense nisso!


Roberta Amaro

ANTES E DEPOIS DELE - PARTE II



Enquanto estive em queda livre, fui tola, irracional, desprezei. Havia sempre algo ou alguém em quem eu me apoiava e a enganosa sensação que tinha era de que estava segura, quando na verdade a minha queda estava próxima.





O fundo do poço não é confortável. Sente-se dor, vazio e uma solidão imensa como se uma espada partisse sua alma e cada parte dela ficasse sem direção. Não importa se seus problemas são físicos, externos ou interiores, o fundo do poço é certamente o mesmo. Você bate em várias portas, tenta olhar para os lados, mas o cerco está fechado. E só existe um caminho e um só jeito de sair: escalando. O caminho é para cima e não importa o saldo de feridas da sua queda. Você precisará de força e não somente disso, há de se traçar uma estratégia: PENSAR.





Pronto! Assim eu conheci a Deus, pensando. Não foi fácil sair do tremedal de lama e ainda escalar o poço com todas aquelas feridas alí, bem abertas. Mas eu consegui e hoje estando em terra firme posso dizer e provar com a vida que tenho:





vale tudo, e essa foi a pior e melhor queda da minha vida.










Amanhã irei compartilhar tudo o que tenho aprendido com Deus, caso você queira uma direção não perca o post de amanhã.










Roberta Amaro






















segunda-feira, 29 de agosto de 2011

ANTES E DEPOIS DELE - PARTE I





Indiferente e distante era como eu estava. Invisível, impalpável e desconhecido era o que Ele representava para mim.



Eu vivi pouco tempo cega e longe Dele. Mas quando o conheci era como se eu estivesse longe há mais de dez décadas. Creio que é assim que se sente uma pessoa quando conhece a Deus de verdade.



É imensurável o prazer que hoje tenho na minha vida por tê-Lo, não só ao meu lado, mas dentro de mim. À medida que o tempo passa sinto-me mais próxima Dele e com as experiências que vivo por causa da minha fé estou certa de estar a cada dia mais conforme a sua vontade.



Mas como já disse nem sempre foi assim.






Ninguém conhece a Deus apenas por frequentar uma igreja, ou por ler a Bíblia, nem tão pouco pela religião que professa ter.



A pessoa conhece Deus quando usa a sua mente. Em outras palavras, quando ela pensa.






E isso era de fato o que eu não possuia, a capacidade de vê-Lo racionalmente.



Eu nasci numa família tradicional e moderadamente religiosa e desde cedo não compreendia o motivo pelo qual as pessoa iam a uma igreja. Lembro-me de que os domingos pela manhã representavam apenas dias em que eu podia colocar todos os meus vestidos e roupas novas. Ir à igreja era praticamente um desfile e eu apenas uma criança na hipocrisia. Não via a hora de ir embora, entrava vazia e saía mais vazia ainda. Não entendia nada e a impressão que tinha na minha mente infantil era de que toda aquela gente saía dalí como eu, vazia, impaciente e distante.



A nossa frequência a igreja diminuiu bastante com o tempo, todavia um número suficiente para que eu pudesse notar que pouca coisa mudava. Os domingos, a sequência das reuniões ecumênicas, a minha família, as pessoas e até, é claro, os meus vestidos.



Desde garotinha eu anseava mais, gostaria de saber quem era Deus já que sempre ouvia tanto falar dele, mas de uma forma muito superficial. Não conseguia decorar e compreender todas aquelas orações prontas que as pessoas faziam e por que elas faziam. Por que orar as mesmas palavras se o que cada um queria era tão diferente?



Eu queria falar, mas não sabia como. As palavras que conhecia de nada me serviam. Que credibilidade teria uma criança de 12 anos questionando um sistema secular?



Na verdade não havia um motivo suficientemente forte para buscar o que realmente eu queria, mesmo que inconsciente. Eu estive distante, fui tola. Assim eu era antes Dele.



E quem sabe ao ler essas palavras você também se sinta assim, distante. Com ou sem motivos suficientes posso lhe dizer em apenas algumas palavras o que realmente importa:






Uma pessoa só conhece a Deus no fundo do poço, se você ainda não O conhece é porque ainda está em queda livre.






Eu cheguei ao fundo do poço.






Amanhã falarei como foi essa experiência e como consegui sair da lama...






Roberta Amaro






domingo, 7 de agosto de 2011

VALE A PENA LER ATÉ O FIM...


Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer." Ela se sentou e jantou sem falar uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.
De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"
Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou: "Você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouvi-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais, e sim à Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Sentindo-me muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.
Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia, mas eu não voltaria atrás no que disse, pois amava Jane profundamente. Finalmente, ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada à mesa, escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para preparar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.
Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos, e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu, então, percebi que ela estava completamente louca, mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a ideia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio", disse Jane, em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então, quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo: "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho: "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio." Eu balancei a cabeça, mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção nessa mulher. Ela certamente havia envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar nesse estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Essa mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada à Jane, mas ficava cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. “Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício”, pensei.
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles, mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse: "Todos os meus vestidos estão grandes para mim." Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso. Ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto nesse momento e disse: "Pai, está na hora de você carregar a mamãe." Para ele, ver seu pai carregando sua mãe todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de ideia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já havia ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo."
Eu não consegui dirigir para o trabalho. Fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de ideia. Subi as escadas e bati na porta do quarto. Jane abriu a porta e eu disse a ela: "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar."
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa: "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa, no dia do nosso casamento, para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.
Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouvi-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe."
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama, morta.Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando havia vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio, e prolongou a nossa vida juntos, proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício à felicidade, mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa; faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!
Se você não dividir isso com alguém, nada vai te acontecer.
Mas se escolher enviar para alguém, talvez salve um casamento.Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir
.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

PERDENDO PARA UM INIMIGO MORTO



Outro dia ouvi a seguinte história:


" Havia em um certo lugar dois inimigos mortais. A única semelhança que os aproximava era que possuiam o mesmo objetivo: dar cabo do seu rival. No dia da grande luta alguém morreria, triunfando o sobrevivente. O que saíra vivo da luta colocou seu inimigo, já morto, nos ombros e seguiu caminhando. o seu rival morto passara a ser o seu troféu, por isso a sua atitude foi de não enterrá-lo. Passado algum tempo o cadáver já cheirando mau, se deteriorava. E sobre aquele que outrora vencera sobreveio tamanha moléstia pelo contato com o cadáver em decomposição.

Resultado: dois cadáveres e nenhum vencedor."


Como pode alguém matar seu inimigo e não enterrá-lo e ainda carregá-lo nos ombros?

Absurdo, não? Bom, nas circunstâncias da história pode até ser.

Mas e se eu dissesse que você talvez esteja fazendo isso?

Perdendo para um inimigo morto. E posso apostar que você não tem achado isso tão absurdo assim...

E mais, se eu dissesse que esse inimigo pode ser tanto o seu PASSADO como o seu FUTURO.


Tudo bem que você venceu, superou-se, matou todo o seu passado. Aqueles erros cometidos, as experiências decepcionantes, os traumas sofridos, toda aquela bagagem está morta logo alí. Sim, pelo que parece logo alí. Ou melhor, logo aí, bem perto de você, nos seus ombros. E assim mesmo que insista em seguir para frente é peso demais para carregar. Você não enterrou seu inimigo e agora ele pesa no seu ombro. Capaz de derrotá-lo, todavia covarde para enterrá-los.


Mas talvez o inimigo não seja o passado e sim o futuro que você insiste em classificar como incerto. Sua mente só não é mais ansiosa e paranóica por falta de espaço. Seu lema não é viver o agora e sim se auto flagelar pelo o que ainda está por vir. Acha que todas as preocupações mudarão o futuro ou farão que ele chegue mais rápido.


A bíblia diz que aquilo que o homem semeia ele colhe. Também fala que será maldito todo aquele que pegar no arado e olhar para trás.


Se você quer vencer de verdade tem que enterrar o seu passado e o seu futuro para viver o agora.


Seu passado lhe entristesse? Não importa, enterre-o e busque sua felicidade no presente.

Seu futuro lhe assusta? Não importa, enterre-o confia a sua vida em Deus e nas sua promessas.

Seu passado lhe orgulha? Não importa, enterre-o também pois ninguém se alicerça no presente mediante as glórias de outrora. Todas aquelas conquistas foram importantes lá atrás, não serão sua garantia de estabilidade no presente. Agora você deve se manter na mesma fé.

Seu futuro lhe parece promissor? Não importa, enterre-o de uma vez, sabe por que? Porque o futuro não existe e como algo inexistente pode ser promissor?


O SEU PRESENTE PODE SER PROMISSOR!


Só que para isso não basta matar, tem que enterrar. Quer vencer? Não subestime o inimigo. Vivo ou morto ele pode derrubá-lo. Há de se jogar terra sobre ele, dando-lhe o fim merecido.


Se você não fizer isso eles é que vão te enterrar.


E ninguém quer ter um desfecho desse, PERDER PARA UM INIMIGO MORTO.


PENSE NISSO!

Roberta Amaro


quarta-feira, 20 de julho de 2011

O TERMÔMETRO DA CASA





Aquele foi de fato um dia estressante. Ninguém pode imaginar todas as adversidades que ela precisou enfrentar e os problemas que se empenhou em solucionar naquele dia de trabalho.




Tudo bem que toda sua competência e responsabilidade foram essenciais para resolver as coisas, ou melhor, a maioria delas. Mas é que sempre fica um problema aqui e outro se erguendo logo alí. O cansaço torna-se monstruoso, quanta tensão... Como ela se sente? SOBRECARREGADA. E olha que ainda são sete da noite e todos os afazeres domésticos estão lá pendentes. Depois de um trânsito intediante ela se prepara para o segundo "round".




É, as mulheres conseguiram. Alcançaram um espaço na sociedade, o respeito, uma profissão, o poder de escolha mas se esqueceram do essencial: de se prepararem para isso. O resultado é um desequilíbrio desastroso e uma falta de tempo para tudo.




Depois de um dia de trabalho ainda precisam cuidar da casa, dos filhos, da alimentação, compras do mês, ajudar nas tarefas escolares, o cardápio da semana, as roupas, o lanche das crianças... Ufa! E ainda dar atenção para o marido. Tudo bem que há companheiros (numa triste estimativa, um pequeno número) que são eficientes e sensatos e ajudam nas tarefas. Todavia são uma minoria, e as mulheres sobrecarregadas são quase 98% em todo o mundo.




Em alguns casos a situação fica tão insustentável que a volta para casa torna-se quase um martírio, parecido com a saída para o trabalho. Daí ao invés de uma família unida e estável tem-se construído lares cada vez mais problemáticos. Tudo porque o termômetro da casa não sai dos 40 graus. Um estado febril que caso não tratado pode culminar em uma morbidez aguda.




Não adianta omitir, a mulher será sempre o termômetro de uma casa. A figura da mulher no relacionamento familiar é tão importante que se ela está bem toda a casa se acalma, agora quando ela está mau a casa toda declina. O estado de espírito da mulher interfere, influi na família inteira. Repare que a casa reflete bem as características de quem a mantém.




É claro que não estou limitando o sucesso de uma casa, ou de um lar a esposa. Estou apenas afirmando que a participação da mulher para o resultado final é determinante. O homem, o parceiro ou caso prefira o companheiro, possui também sua responsabilidade, já que ele é o cabeça. E assim como um depende do outro, o sucesso do lar depende dos dois e daquilo que cada um representa na relação.




O papel feminino, a índole, o caráter de uma mulher são aspectos fundamentais. A sua organização, sua eficiência e sua capacidade de se doar são inalienáveis. Há coisas que somente a mulher é capaz de fazer, o estado de espírito, o clima e o aspecto sadio de uma casa são algumas dessas coisas.


A mulher sábia não é perfeita, mas sabe muito bem o que deve ou não fazer. Reconhece como as coisas dependem dela e que existem algumas tarefas intransmissíveis que somente ela com sua sabedoria pode realizar. Ela pode estar demasiadamente cansada, todavia admite que quem fez a escolha de se delegar tantas tarefas foi ela mesma. Se as pessoas ajudam, ótimo! Porém ela não desiste, o desânimo pode vir mas ela fica forte. Não adianta reclamar, chorar, fazer-se de vítima, nem muito menos se isolar no mundinho "ninguém me entende".


O melhor que uma mulher deve fazer nesses casos é buscar sabedoria em Deus. Ele orienta a mulher, mostra no que ela tem errado e as atitudes que ela deve adotar e agregar em sua vida para se sentir realizada.


Bom, não me assusta você não acreditar que pode, você ao menos tem tentado. Buscar a solução em Deus não é lorota, demagogia ou utopia religiosa. Aliás, eu detesto todas aquelas ideias de que a religião pode mudar alguma coisa. A religião destrói, isso sim. Vai observar a vida de uma dessas beatas por aí, há sucesso em tudo no lar delas?


Deus não é religião, suas palavras e orientações são sabedoria para a alma. Somente abrindo a sua mente para as orientações da sua palavra você será capaz de ser uma mulher controlada e eficiente em tudo. Sua casa estará na temperatura ideal, você verá que até mesmo seus filhos passarão a ajudá-la.


Busque a DEus e você verá os resultados.


Mas talvez você esteja preocupada demais com todos os seus insucessos que não tem nem tempo para resolver isso com a direção de Deus, não é?


Bom, sabe o que acontece com um termômetro clínico quando a temperatura do meio excede os 40 graus? Ele estoura, não suporta a tensão, a caloria.


Diagnóstico: HIPERTERMIA


Resultado: uma casa em demência e um termômetro quebrado.


Não aceite caminhar para esse desfecho.


A mulher sábia edifica a sua casa, mas a insensata, com as próprias mãos, a derriba. (Pv 14:1)


Pense nisso!

Roberta Amaro















quinta-feira, 14 de julho de 2011

NATUREZA HUMANA









Ninguém é tão perfeito que consiga



Fugir dos olhos vivos do Senhor



Que vê além do mais profundo abismo



E até segredos que eu nunca falei



Ele sabe cada um dos meus desejos



O que faço, onde ando, quem procuro



Conhece o meu passado e o meu presente



E quer fazer feliz o meu futuro.
Eu luto é contra a minha



Própria alma



A natureza humana que há



Em mim



Eu quero sepultar o velho



Homem



E andar em comunhão



Com Cristo



Viver, cantar só para ele



Morrer pro mundo e



Reviver prá Deus.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

O SACRIFÍCIO DE SALOMÃO



A bíblia diz que na mesma noite que oferecera o sacrifício no altar, Deus apareceu e falou com Salomão. Chegamos em uma passagem dessa história imbuída pela fé e marcada pelas palavras de Deus direcionadas a um ser humano sincero.

Deus disse assim a Salomão: "Pede-me o que queres que eu te dê."

Veja a força dessas palavras que não somente evidenciam a aprovação de Deus quanto ao sacrifício de Salomão mas que revela a confiança de Deus no sangue que Salomão derramara no altar.

Deus cumpriria qualquer desejo de Salomão. Imagine Deus descendo da sua glória e lhe fazendo essa pergunta... o que você diria? Não havia quem soubesse mais do que Salomão deveras precisava senão o próprio Deus. Ele poderia dar automaticamente, mas era impreterível ouvir do próprio Salomão o desejo que trazia na alma.

E foi com a sua resposta que Salomão, rei de Israel, despojando-se de tudo e com humildade de espírito surpreendera a Deus. Salomão pediu o que realmente lhe faltava: Sabedoria e Conhecimento para desempenhar com êxito a tarefa de reinar sobre Israel.


"Agora, pois, ó Senhor, meu Deus, tu fizeste reinar teu servo em lugar de Davi, meu pai; não passo de uma criança, não sei como conduzir-me. Teu servo está no meio do teu povo que elegeste, povo grande, tão numeroso, que se não pode contar. Dá, pois, ao teu servo coração compreensivo para julgar a teu povo, para que prudentemente discirna entre o bem e o mal; pois quem poderia julgar a este grande povo?" (1 Reis 3:7,8,9)


Agora veja a resposta de Deus:


" Estas palavras agradaram ao Senhor, por haver Salomão pedido tal coisa. Disse-lhe Deus: Já que pediste esta coisa e não pediste longevidade, nem riquezas, nem a morte de teus inimigos; mas pediste entendimento, para discernires o que é justo; eis que faço segundo as tuas palavras: dou-te coração sábio e inteligente, de maneira que antes de ti não houve teu igual, nem depois de ti o haverá." (1 Reis 3: 10,11,12)


Aqui está o exemplo de que todo o sacrifício derramado no altar de Deus tem resposta. A certeza de que Deus é Justo, de que Ele não volta atrás em sua palavras e de que suas promessas se cumprem na vida dos que não vacilam, mas permanecem na fé.


A promessa se cumpriu, tanto que Salomão foi e sempre será o homem mais rico que já existiu.


Só existe uma coisa impossível para Deus: Ele voltar atrás. Se Ele diz que você pode ir, que a vitória é sua, então vai, sacrifique-se e goze dos benefício da sua fé.


DEUS NÃO MUDA, CUMPRE O QUE PROMETE.


Se na sua vida não tem se cumprido não é porque Deus não tem prometido, é porque você próprio não faz jus a promessa.


Pense nisso!

Roberta Amaro

quinta-feira, 7 de julho de 2011

SOBRE SALOMÃO





Quem lê a história de Salomão, na Bíblia, certamente percebe a forte evidência do poder, das honras e das riquezas que possuíra.



Salomão era filho de Davi, sim o mesmo que derrotou o gigante Golias em outros tempos passados. Então, Salomão era filho de Davi e por herança recebeu tudo o que um dia o seu pai recebera de Deus. Herdou o reino e fora coroado rei de Israel não por merecimento, apenas por herança. Evidente, tudo o que Salomão possuia não havia sido tomado por esforço até ali. Rico desde o berço, esperavasse que Salomão passasse desapercebido na história ofuscado pelos próprios bens e pela pompa que o cercava. Todavia o que se observa na história do rei Salomão excede toda a riqueza herdada por ele. Salomão surpreendeu a Deus.



Pode-se imaginar a pressão ao qual fora submetido quando coroado rei de Israel e o tamanho dos desafios que enfrentou nos meses que precederam a morte de Davi. A Bíblia diz que Salomão fortaleceu-se no seu reino, não pela preparação que tivera, pelas instruções e tão pouco pela autoridade do nome do seu pai. Davi era morto, e Salomão era forte porque o SENHOR, Deus era com ele.



Agora eu pergunto, o que se pode esperar de quem herda tudo? Uma grande riqueza, um forte reino... nada mais lógico do que usufruir dos benefícios herdados certo? Não, pelo menos para pessoas como Salomão. Ele até podia gozar dos benefícios, mas esses um dia poderiam se esgotar. Então Salomão sacrificou. Sim, Salomão estava aparentemente numa situação confortável, tudo parecia certo, porém o espírito que pulsava era o da fé.



Creio que pela fé inteligente Salomão raciocinara que tudo que lhe fora dado por herança era fruto do sacrifício de outrem, no caso seu pai. E se havia nele o desejo de ser rei de Israel ele tinha que andar com as próprias pernas. Ele tinha que sair da sombra de Davi. Em outras palavras ele precisava se sacrificar para obter muito mais do que Davi um dia obtivera. É muito forte a visão de Salomão. Ele não almejava ser igual ao pai, ou apenas administrar o que herdou. Ele queria mais, Salomão era diferente e precisava fazer a sua própria história.



E assim foi feito.






"Salomão ofereceu ali sacrifícios perante o SENHOR, sobre o altar de bronze que estava na tenda da congregação e ofereceu sobre ele mil holocaustos." (2Cr 1:6)






Sem sacrifício não há sucesso, e esse espírito de fé fez de Salomão o maior rei que Israel já teve em todos os tempos. E se você por curiosidade ler na íntegra a história de Salomão verá que ele fez vários outro sacrifícios para se manter nessa posição.






Amanhã falaremos mais a esse respeito!



Até lá!



Pense nisso!



Roberta Amaro