" ESCREVER É AMADURECER COM AS PRÓPRIAS IDEIAS!"

( Roberta Amaro )

Mostrando postagens com marcador ANIMAIS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ANIMAIS. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 18 de maio de 2010

LUPY, O MOTIVADO


Eu já vi muitas palestras sobre motivação, mas confesso que nenhuma delas foi capaz de passar o verdadeiro espírito dessa palavra. Foi aí que um dia percebi o que era motivação...

Não aprendi em palestras, livros ou muito menos num consultório de psicologia. Aprendi com quem jamais imaginei aprender alguma coisa: aprendi com Lupy, meu cachorro.

Todo dia é a mesma situação: levanto pela manhã, vou até o canil e lá está ele com sua bolinha amarela. Amiga inseparável, carregada pra baixo e pra cima. Não importa aonde ele esteja, certamente a bolinha amarela estará junto. Mesmo que ela esteja suja ou num lugar de difícil acesso, ele jamais desiste.

Esse aí na foto é o Lupy e como disse com a inseparável bolinha amarela. Lupy faz de tudo por essa bola, você pode jogá-la 1000 vezes, com certeza 1000 vezes ele irá buscá-la. Faça chuva ou sol, aonde ela estiver ele vai procurar.

Isso seria comum demais, afinal cães adoram brinquedos. Mas não para mim. Tudo que Lupy faz irracionalmente é a demonstração mais racional sobre MOTIVAÇÃO.

Estar motivado é muito diferente de ser motivado, e no caso do Lupy ser motivado é o que interessa. Não que ele saiba motivar ou que motive algo. Ele tem um motivo: a bolinha.

Lupy tem aquilo que muitas pessoas nunca conseguiram alcançar ou ter na vida: um motivo, um objetivo. Parece bobagem tudo isso, todavia a verdade é que os animais nos ensinam muito e nós como raramente entendemos ficamos sem seus ensinamentos.

Depois de tudo fiz questão de "assistir" algumas aulas particulares com o doutor Lupy e cheguei a conclusões importantes sobre MOTIVAÇÃO:



1º) TENHA UM MOTIVO.

Se você não definir seu objetivo, gastará seu tempo com outros motivos que não lhe interessam.

Eu quero a bolinha amarela.



2º) CONCENTRE-SE NO MOTIVO.

Olhar para o alvo significa saber aonde alcançá-lo.

Não perca a bolinha de vista.



3º) VÁ EM BUSCA DO MOTIVO.

Mesmo que alguém ou as circunstâncias lance seu objetivo no fundo de um poço, desça e

busque-o; e se ele estiver a quilômetros de distância, corra o máximo que puder para não

perdê-lo para ninguém.

Lupy correria mais de um quarteirão se preciso para buscar a bolinha. E faria isso quantas vezes fosse necessário.



4º) SACRIFIQUE-SE PELO MOTIVO.

Haverá dias em que você terá que trabalhar muito na busca dos objetivos.



5º) ZELE PELO MOTIVO.

Tenha sempre em mente o que deseja ter, ser ou alcançar. Não permita que seu objetivo se perca no meio de uma dúzia de dúvidas.

Lupy coloca a bolinha dentro da casinha quando vai dormir e até dentro da vasilha de comida na hora da refeição.



6º) QUEM TEM UM MOTIVO VIVE.

O motivo precisa existir para que a vida tenha sentido. Quem não sonha não tem objetivos, ou seja, motivação.



E aí pronto para correr atrás da sua bolinha amarela?



O Lupy sempre estará!

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

MEUS CACHORROS







No decorrer da minha infância eu e minha família tivemos em casa 4 cachorros.

O primeiro cão era uma cadela da raça Cocker que se chamava Luana. Depois dela veio uma Dálmata, a Mille ( que por sinal recebeu esse nome por que eu adorava aquela novela "Chiquititas" e a personagem principal se chamava Mille). Depois da Mille tivemos dois cães de raça grande, um casal. A fêmea era um Labrador retriever e o macho um São Bernado. Eram a Moglie e o Huck. Contudo, apesar de tantos cachorros eu sempre morria de medo deles. Tinha aversão a qualquer cachorro.

Quando eu tinha uns 13 anos meu pai comprou um filhote de Pequinês e levou-o para casa, foi aí que as coisas mudaram. Colocamos o nome de Giba. É isso mesmo, Giba chegou na época em que a seleção brasileira de vôlei ganhava a Liga Mundial, foi uma homenagem ao capitão da equipe Giba. Enfim, depois disso eu passei a amar cachorros. Giba era um cachorro inteligente, amigo, simpático e super amável. Ele oferecia até a patinha em troca de um petisco. Giba foi um grande amigo, meu melhor cachorro. Quando ele tinha uns 2 anos minha mãe ganhou um filhote de Poodle, uma cadela que colocamos o nome de Tita. A Tita foi a companheira do Giba. Apesar de toda a alegria infelizmente a história do Giba não terminou bem. O Giba com apenas 3 aninhos contraiu uma doença degenerativa, a cinomose. Foi tudo muito rápido, meus pais fizeram de tudo, compraram todos os medicamentos possíveis. A cinomose é uma doença que ataca o sistema nervoso do animal e são poucos os casos em que o cachorro consegue superar, sendo que sempre deixa sequelas. Até Gardenal ele teve que tomar, não adiantou e em menos de dois meses tivemos que sacrificá-lo. Foi uma perda enorme, eu e minha família ficamos muito abalados. Foram tempos difíceis. Mas o Giba foi muito especial e nunca jamais nos esqueceremos dele. Mas tudo isso deixou uma grande lição: a importãncia de manter o cartão de vacinas dos cães em dia. Portanto fique de olho caso você tenha um animalzinho em casa, não deixe de vaciná-lo.

Bem, minha história com cachorros não acabou. Depois do Giba nós ficamos somente com a Tita e nem pensávamos em mais um cachorro. Foi aí que chegou o Lupy, filho de um Poodle com Yorkshire. O Lupy chegou filhote com apenas 3 meses. Depois com menos de 1 ano ele e a Tita tiveram a primeira cria de cachorros. Nasceram 6 filhotinhos. Depois já com 1 ano tiveram uma segunda cria, essa com 5 , um filhote a menos. Todas as duas vezes foi uma festa, os filhotes nasceram saudáveis e logo ganharam um novo lar. Da última vez que a Tita teve filhotes nós ficamos com um macho, o nome dele é Max. Max já cresceu tanto que já está do tamanho do pai, Lupy.
Essa é minha história com meus cachorros. Hoje tenho 3 cães em casa. Olha, dá um maior trabalho, a bagunça nem te conto! Aliás depois de tanto filhotes tivemos que castrar o Lupy , mas como agora temos o Max , estamos agendado um cirurgia de castração da Tita. Eu adoro meus cachorros. Eles amam de um jeito incondicional e ficam felizes sempre, mesmo que a gente esteja de mau humor.
Ás vezes eles me entendem mais do que as pessoas. As fotos acima são do Max, do Lupy e da Tita respectivamente. Eles não são lindos?