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( Roberta Amaro )
segunda-feira, 9 de abril de 2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
MEDICINA GERIÁTRICA
Olá,
agora todas as segundas-feiras estarei aqui nesse espaço postando vídeos, entrevistas, dicas e textos interessantes sobre carreira profissional, vestibular e estudos.
Não perca!
Roberta Amaro
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
APERTANDO A TECLA SAP

A pergunta é sempre aquela, bem clássica:
“Você já está namorando?”
Pelo que parece já perdi as contas de quantas vezes precisei responder. Tudo bem que na falta de assunto, perguntas triviais tornam-se suficientes para iniciar uma conversa ou até mesmo para saber um pouco sobre o outro. Mas é que tem hora que cansa. Ouvir a mesma ladainha de sempre, principalmente quando essas perguntas são mais do que simples questionamentos. Há momentos que é pura pressão, opressão, tentativa de constrangimento ou como você queira classificar.
Parece até uma via de regras. Com o tempo é só acrescentar umas velinhas ao bolo de aniversário para a lista de pressões se apresentar. Você tem que passar no vestibular, ser bom exemplo de filho, estudar, comer alguns livros (se possível for), namorar (só que primeiro tem que achar alguém), adquirir sua CNH, entrar para universidade e ainda arrumar um jeito de somar naquela sua mesada conseguindo um bom estágio. Ufa! Viu quanta coisa? Um recheio bem generoso para aqueles interrogatórios vestidos de boa intenção.
“Já fez isso?” “Arrumou aquilo?” “Estudou o suficiente?” “Já passou?” “Quando é que sai o resultado?”
Espere mais alguns anos e acrescente a essa lista: “Já está trabalhando?” “Quando será o casamento?” “E os filhos, para quando é?”.
Numa perspectiva não muito entusiasmante esteja certo de que não tem como se livrar cem por cento de todas as pressões do meio. Contudo se desesperar está longe de ser o caminho mais seguro.
E se você não pode se livrar delas, as perguntinhas opressoras, tente reagir da mesma forma. Com pressão e uma boa dose de humor, daqueles bem sarcásticos. O importante é levar numa boa e é claro, deixar a raiva distante.
Por exemplo, no meu caso acionar a tecla SAP tem funcionado. Adotei a sigla de brincadeirinha e dei a ela um novo significado. No sufoco é só pensar nela, o que já me descontrai na hora.
“Já está namorando?”
Esta pode ser uma possível resposta: “A procura de alguém que presta, se encontrar me fala!”
Meu status:
SAP (Suportando a pressão)
Roberta Amaro
terça-feira, 11 de outubro de 2011
FALTA PROFISSIONALISMO

O Ensino Superior do Brasil forma mais "diplomados" do que profissionais que fazem valer o diploma que possuem.
Creio que essa talvez não seja apenas uma impressão minha. Você certamente já deve ter pensado sobre isso. O fato de haver muito mais "diplomados" no mercado do que verdadeiros profissionais tem gerado situações complicadas. Situações essas que tanto eu, quanto você, já tivemos a infelicidade de presenciar. Ou que pelo menos passaremos algum dia.
Há um mês, meus pais levaram meus dois cachorros numa clínica veterinária para a realização de uma cirurgia de castramento. Até aí tudo bem. A cirurgia foi feita, os cachorro tiveram um pós operatório tranqüilo e depois de 10 dias foram levados para a retirada dos pontos. Um dos meus cachorros, o Lupy, conseguiu tirar o próprio ponto antes de completar 10 dias; contudo nada que pudesse comprometer a cicatrização. Previamente a minha mãe já havia comunicado a veterinária sobre o incidente. Por telefone, a instrução recebida foi a de continuar fazendo os curativos. Toda recomendação foi seguida a risca.
Chegado o décimo dia, um sábado, levamos Max e Lupy. A consulta estava marcada para às sete e meia da manhã. Apesar da nossa pontualidade, a Dra. “X” resolveu nos oferecer um bom “chá de cadeira”. Esperamos uns 45 minutos. O Lupy foi o primeiro e quando minha mãe mencionou o incidente dos pontos a veterinária foi infeliz no seu comentário. Num tom de extrema ironia perguntou por que tínhamos levado o Lupy, já que não havia pontos para retirar. Minha mãe foi categórica. Em tom de elegância e sem perder a cabeça respondeu a veterinária que com ponto ou sem ponto, ela deveria fazer uma observação clínica no Lupy. A veterinária consentiu meio sem graça, arrependida pelo o que havia proferido sem pensar.
Pois é, há uma porção de profissionais desse nível no mercado, que só pensam mesmo no lucro, no salário no final do mês. Nada contra os “Pet Shops” e clínicas para cachorro, mas quando o assunto é gastar com banhos, tosa, cirurgias e afins, eles fazem a maior propaganda. Insistem até você ceder, mas depois, geralmente é esse o tratamento que você acaba tendo. Veterinários sempre costumam achar que você está sempre disposto a gastar rios de dinheiro com um animal de estimação. São profissionais, a vida deles depende disto - o quanto que eu e você gasta com um cachorro - porém vejamos os exageros.
Mas esse é outro assunto.
Quanto a falta de bom senso da profissional ou falta de educação, como preferirem, eu atrevo-me a dizer que se deve realmente a essa realidade: “um mercado de diplomados”.
Falta profissionalismo, uma atitude de respeito para com o cliente, e no caso para o paciente também. É de responsabilidade de qualquer profissional da área médica a análise clínica sobre o paciente no pós- operatório. A retirada de uma sutura é irrelevante, o que mais importa é o estado do indivíduo, seja ele humano ou cachorro. O Lupy estava aparentemente bem, mas quem deveria fazer esse diagnóstico pós- cirúrgico, eu uma simples e leiga estudante de pré vestibular ou ela, bacharel em medicina veterinária com certificação no CRMV ?
Fiquei de fato estarrecida com toda essa situação. É difícil encontrar soluções para esse problema. A oferta de cursos superiores é grande, a qualidade desse cursos , porém, está se tornado cada vez mais duvidosa. E o resultado quem sente somos nós, consumidores e clientes, que de certa forma precisa desses serviços. Por isso a única alternativa cabível é nos tornarmos cliente seletivos e exigentes, analisando quais profissionais elegemos no mercado. Essa seleção é importante para garantir um serviço de qualidade e também evita com que passemos por situações desagradáveis como a que relatei aqui.
Uma coisa é certa, a Dr. “X, nunca mais coloca os dedos nos meus cachorros. Ela deu motivos o suficiente para ser titulada como mais uma “diplomada” sem profissionalismo no mercado. Se ela não consegue tratar o dono do cachorro com um mínimo de educação, quem dirá o animal.
Obs.: talvez ela precise de uma ajudinha do dicionário para entender o que é profissionalismo.
Definologia. O profissionalismo é a tendência da manifestação consciencial; apresentar a postura profissional com maturidade, seriedade, competência, responsabilidade e honestidade.
Pense nisso!
Roberta Amaro.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
A SUBIDA

Não coloquei as vontades em primeiro plano e muito menos privilegiei as pequenas conquistas em detrimento dos sonhos... do sonho maior.
O ideal projetado na mente ainda é aquele que reside lá, na mais alta montanha.
"MANTENHA O FOCO!". Sempre foram as palavras mais introspectivas dessa escalada. Eu penso, digo, mentalizo e escrevo. Insisto, espero e o espírito que venho tentando passar com as minhas palavras, com os meus escritos é este: "NÃO HÁ SUCESSO SEM SACRIFÍCIO".
A confiança sempre será a certeza imbuída na alma de quem apenas sabe que nunca haverá cumes inalcançáveis. Não há caminhada sem tropeços, há caminhos estreitos e escaladas árduas.
Quando eu olho adiante eu posso vê, me transportar para aquele lugar. As vozes do inconsciente bradam meu insucesso. Cada movimento meu, cada passo que dou, o pequeno progresso, parece perdido, vazio, sem direção. Sempre haverá dias ruins, mas é necessário suportar, continuar por mais íngreme que seja a trilha.
Como diz a música : "Sometimes I'm going to have to lose", às vezes eu vou ter que perder. Não é uma questão de aceitar o desfecho, ninguém aceita as derrotas. É fácil aprender com elas, o difícil é transformá-las em força, em vigor físico e mental.
É a minha subida. É a sua subida.
Pode demorar, todavia não importa o tempo e sim como eu chegarei lá. As montanhas sempre estarão logo ali para serem escaladas, e subir nunca será fácil.
Isso não é sentimento de derrota corroído, é fé e certeza no que ainda não se materializou.
É aceitar o desafio e entender que o impossível é só uma questão de opinião.
O impossível é temporário.
" Não sabendo que era impossível, ele foi lá e fez!"
Roberta Amaro
Pense nisso! É o que eu tenho pensado...
sexta-feira, 9 de julho de 2010
terça-feira, 18 de maio de 2010
LUPY, O MOTIVADO
Não aprendi em palestras, livros ou muito menos num consultório de psicologia. Aprendi com quem jamais imaginei aprender alguma coisa: aprendi com Lupy, meu cachorro.
Todo dia é a mesma situação: levanto pela manhã, vou até o canil e lá está ele com sua bolinha amarela. Amiga inseparável, carregada pra baixo e pra cima. Não importa aonde ele esteja, certamente a bolinha amarela estará junto. Mesmo que ela esteja suja ou num lugar de difícil acesso, ele jamais desiste.
Esse aí na foto é o Lupy e como disse com a inseparável bolinha amarela. Lupy faz de tudo por essa bola, você pode jogá-la 1000 vezes, com certeza 1000 vezes ele irá buscá-la. Faça chuva ou sol, aonde ela estiver ele vai procurar.
Isso seria comum demais, afinal cães adoram brinquedos. Mas não para mim. Tudo que Lupy faz irracionalmente é a demonstração mais racional sobre MOTIVAÇÃO.
Estar motivado é muito diferente de ser motivado, e no caso do Lupy ser motivado é o que interessa. Não que ele saiba motivar ou que motive algo. Ele tem um motivo: a bolinha.
Lupy tem aquilo que muitas pessoas nunca conseguiram alcançar ou ter na vida: um motivo, um objetivo. Parece bobagem tudo isso, todavia a verdade é que os animais nos ensinam muito e nós como raramente entendemos ficamos sem seus ensinamentos.
Depois de tudo fiz questão de "assistir" algumas aulas particulares com o doutor Lupy e cheguei a conclusões importantes sobre MOTIVAÇÃO:
1º) TENHA UM MOTIVO.
Se você não definir seu objetivo, gastará seu tempo com outros motivos que não lhe interessam.
Eu quero a bolinha amarela.
2º) CONCENTRE-SE NO MOTIVO.
Olhar para o alvo significa saber aonde alcançá-lo.
Não perca a bolinha de vista.
3º) VÁ EM BUSCA DO MOTIVO.
Mesmo que alguém ou as circunstâncias lance seu objetivo no fundo de um poço, desça e
busque-o; e se ele estiver a quilômetros de distância, corra o máximo que puder para não
perdê-lo para ninguém.
Lupy correria mais de um quarteirão se preciso para buscar a bolinha. E faria isso quantas vezes fosse necessário.
4º) SACRIFIQUE-SE PELO MOTIVO.
Haverá dias em que você terá que trabalhar muito na busca dos objetivos.
5º) ZELE PELO MOTIVO.
Tenha sempre em mente o que deseja ter, ser ou alcançar. Não permita que seu objetivo se perca no meio de uma dúzia de dúvidas.
Lupy coloca a bolinha dentro da casinha quando vai dormir e até dentro da vasilha de comida na hora da refeição.
6º) QUEM TEM UM MOTIVO VIVE.
O motivo precisa existir para que a vida tenha sentido. Quem não sonha não tem objetivos, ou seja, motivação.
E aí pronto para correr atrás da sua bolinha amarela?
O Lupy sempre estará!
domingo, 4 de abril de 2010
PENSAR ANTES DE AGIR

Pensar antes de agir é essencial…
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
DESEJO E AMBIÇÃO

Pude refletir e aderir muitas idéias para minha vida e uma delas, em particular, chamou minha atenção. Você já parou para pensar sobre os seus desejos e ambições? Ou, sabia que a ambição é o caminho mais eficaz para a realização do que os desejos?
É, muitos se enganam quando inevitavelmente associam como relação única dinheiro e ambição. Acreditei nesse paradigma até o momento em que percebi que ambição não tem nada a ver com amor ao dinheiro. Um sentimento tão forte como esse transcende as coisas materiais que o dinheiro oferece. Ninguém nasce com a ambição, é preciso desenvolvê-la. Ambição é um projeto de vida que todos, na minha opinião deveriam cultivar.
Diferentemente da ambição o desejo é inerente ao ser humano. Já nascemos com desejos. E, olha que são tantos desejos... O problema é que na maioria das vezes na mesma velocidade que vêm eles vão. Consegue-se algo aqui e outra coisa daqui um tempo. Quanta coisa você já desejou nesse vida hein? Não cabe em uma lista, pórem dá pra contar nos dedos o que o desejo consegue.
Muitos se perdem e outros..., os outros ficam por se realizar. Tudo isso porque o desejo é uma intenção superficial. Não resiste com o tempo, é sensível a qualquer tempestade.
Por isso, pense. Se tem desejado até agora mude de rota e passe a ambicionar. Daí você terá aquilo que vem buscando como, organização, amadurecimento, solução, reconhecimento e tantas outras coisas pessoais. É hora de deixar de lado os desejos tímidos e começar a nutrir ambições saudáveis.
O DESEJO SE ALICERÇA NO ÂNIMO.
AS AMBIÇÕES NAS METAS.
Pense nisso!
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
FRASE DO MÊS
MEDICINA, A PROFISSÃO CERTA

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
QUE VENÇA O MELHOR

terça-feira, 12 de janeiro de 2010
O QUE QUERO COMPARTILHAR

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
SÓ SEI QUE NADA SEI

sábado, 27 de junho de 2009
FALTA DE PLANO DE DESENVOVIMENTO DE ESTAGIÁRIOS NAS EMPRESAS

O que mais presenciei nestes meus anos de empresa, digo isto porque hoje tenho mais de 18 anos na indústria de autopeças, foi à contratação de estagiários, não para serem desenvolvidos trabalhos com o objetivo de absorver o profissional para as atividades da empresa, mas para “tampar buraco”. O termo de uma certa forma pode até ser considerado um pouco forte pelas palavras, mas as empresas esquecem que em suas mãos existem pessoas que passaram por uma faculdade e foram preparadas para desenvolver técnicas modernas, seja qual for a especialidade, porém logo de cara caem diante de uma organização que os colocam para realizar tarefas simples e corriqueiras que não agregam valor para o seu curriculum e muito menos para os interesses da empresa, isto justamente por não haver uma estrutura fundamentada para o desenvolvimento deste estagiário.
Existe uma outra situação onde tudo é delegado ao estagiário, inclusive tarefas de grande importância e responsabilidade, porém são delegadas de forma forçada, sem nenhum tipo de preparo, deixando por conta deste estagiário desenvolver da forma que achar melhor, podendo a empresa ser vítima de sua própria falta de preparo no desenvolvimento de pessoas, podendo perder negócios justamente por não ter preparado aquela pessoa para atender, por exemplo, um cliente.
Observei também que muitas vezes, problemas ocorridos no dia a dia das empresas, nos departamentos onde estão alocados estagiários estes são atribuídos aos estagiários, para encobrir os erros do setor, logo o estagiário é colocado como um saco de pancadas, onde as pessoas não têm como argumentar sobre os problemas ocorridos. È muito fácil atribuirmos os problemas àqueles que não podem se defender e temos que engolir uma desculpa de um erro que na verdade sabemos que envolve muito mais coisas, por mais que o erro seja exposto da forma como é.
Os erros das empresas começam logo no roll de entrada, ou seja, no “Recursos Humanos”, pois não cobram dos setores da empresa um plano de desenvolvimento que o estagiário irá passar, logo não se sabe nem se o candidato à estagiário tem as habilidades e interesse para desenvolver as atividades, se estas estivessem inseridas num plano de desenvolvimento. Muito observei nas empresas, estagiários desenvolvendo atividades que não inspirava nenhum tipo de interesse para que resultados fossem alcançados, justamente devido às preliminares no roll de entrada. Atribui-se também à situação do estagiário que na verdade, muitas vezes não está à procura de desenvolver-se através de um estágio, mas de realmente ter um trabalho, ou melhor, um ganho mensal. Aproveitando justamente desta situação, as empresas hoje estão a cada dia procurando colocar em seus setores de trabalho estagiários, porque de uma certa forma, as empresas ficam sendo vistas como aquelas que dão oportunidades às pessoas. Por outro lado, ganham quando a questão é salário, não necessitando depositar FGTS/ INSS... Diante desta situação observei também pessoas que entraram como estagiárias e a empresa foi prorrogando a contratação das mesmas e, num determinado momento não efetuando o contrato, sendo substituídas por um outro estagiário. Imaginem você que frustrante, depois de ter proporcionado meses de trabalho se esforçando, com o objetivo de ser contratado e ouvindo do seu superior elogios, de repente é simplesmente substituído não pela competência, mas pela política de salário.
Das situações citadas, posso dizer que foram as que eu presenciei, mas devem existir outras que nem é bom mencionar, mesmo que suposição. O que fica é uma reflexão para que as empresas possam realmente estar desenvolvendo um trabalho voltado para o crescimento das pessoas que venham a realizar estágios, buscando o aperfeiçoamento profissional das mesmas, com foco nos objetivos da empresa e não esquecer que um planejamento é importante e necessário desde o roll da empresa. Quanto aos estagiários, é importante saber o momento certo de deixar de ser estagiário e colocar em prática o que a faculdade e o estagio realizado lhe proporcionou de melhor, pois o primeiro passo já foi dado, agora só depende de você para andar com os seus próprios passos.
Ronaldo Antônio Amaro.
Administrador.
Sete Lagoas, 20 de janeiro de 2009.
