" ESCREVER É AMADURECER COM AS PRÓPRIAS IDEIAS!"

( Roberta Amaro )

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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

APERTANDO A TECLA SAP







A pergunta é sempre aquela, bem clássica:
“Você já está namorando?”
Pelo que parece já perdi as contas de quantas vezes precisei responder. Tudo bem que na falta de assunto, perguntas triviais tornam-se suficientes para iniciar uma conversa ou até mesmo para saber um pouco sobre o outro. Mas é que tem hora que cansa. Ouvir a mesma ladainha de sempre, principalmente quando essas perguntas são mais do que simples questionamentos. Há momentos que é pura pressão, opressão, tentativa de constrangimento ou como você queira classificar.
Parece até uma via de regras. Com o tempo é só acrescentar umas velinhas ao bolo de aniversário para a lista de pressões se apresentar. Você tem que passar no vestibular, ser bom exemplo de filho, estudar, comer alguns livros (se possível for), namorar (só que primeiro tem que achar alguém), adquirir sua CNH, entrar para universidade e ainda arrumar um jeito de somar naquela sua mesada conseguindo um bom estágio. Ufa! Viu quanta coisa? Um recheio bem generoso para aqueles interrogatórios vestidos de boa intenção.
“Já fez isso?” “Arrumou aquilo?” “Estudou o suficiente?” “Já passou?” “Quando é que sai o resultado?”
Espere mais alguns anos e acrescente a essa lista:
“Já está trabalhando?” “Quando será o casamento?” “E os filhos, para quando é?”.
Numa perspectiva não muito entusiasmante esteja certo de que não tem como se livrar cem por cento de todas as pressões do meio. Contudo se desesperar está longe de ser o caminho mais seguro.
E se você não pode se livrar delas, as perguntinhas opressoras, tente reagir da mesma forma. Com pressão e uma boa dose de humor, daqueles bem sarcásticos. O importante é levar numa boa e é claro, deixar a raiva distante.
Por exemplo, no meu caso acionar a tecla SAP tem funcionado. Adotei a sigla de brincadeirinha e dei a ela um novo significado. No sufoco é só pensar nela, o que já me descontrai na hora.
“Já está namorando?”
Esta pode ser uma possível resposta:
“A procura de alguém que presta, se encontrar me fala!”
Meu status:
SAP (Suportando a pressão)



Roberta Amaro

domingo, 16 de outubro de 2011

PÕE UM BAND-AID AÍ!







Se você era como eu quando criança, você adorava ter um band-aid em algum lugar do corpo. Havia algo legal e divertido naquilo. E eu suspeito que o pessoal da Johnson & Johnson sabia disso também. Eles faziam todos os tipos de band-aids legais, de várias as cores e com personagens de desenhos animados. Você até queria sofrer um corte e sangrar um pouco para ter um...

Band-aid é bom para o que foi feito — arranhões e pequenos cortes. Infelizmente, ele não ajuda a curar nada mais sério.

A vida também oferece muitos tipos diferentes de band-aids para os nossos problemas.

Bateu um clima ruim com seus pais? Tranque-se em seu quarto e coloque o seu iPod nos ouvidos no último volume. Problemas de comunicação no casamento? Saia para tomar um drink com os amigos. Está com raiva? Dê um soco na parede. O dinheiro está curto? Coloque no cartão de crédito.

Soluções tipo band-aid para os problemas da vida se acham em abundância. Elas são baratas, fáceis, e oferecem alívio imediato. Quer dizer, até que se tornam caras, ineficazes, e inúteis.

Enquanto as raízes dos problemas não são tratadas, elas só vão ficando mais fortes. Os problemas voltam cada vez piores. E cortar as raízes torna-se cada vez mais difícil.

Quantos band-aids serão precisos, e quanto mais perda e dor, para você perceber que você precisa lidar com a raiz?


http://www.folhauniversal.com.br/capaiurd/noticias/corte-o-mal-pela-raiz-7666.html

sexta-feira, 26 de junho de 2009

POR QUÊ SER ASSIM?




Tudo que eu queria naquela manhã bem na hora do intervalo de aulas era xerocar as páginas de um livro. Fui até o departamento de xerox e solicitei as cópias. Num primeiro momento a moça do departamento se negou a fazer o serviço. Foi só depois de muita insistência que ela finalmente concordou em fazê-lo. O fato foi que tudo isso serviu para uma grande indignação da minha parte . Na verdade o que mais me intrigou não foi a sua má vontade, embora isso seja uma falta de respeito, mas sim a expressão de amargura e rancor estampada em sua face.

Depois de voltar do colégio fiquei pensando naquela situação, que mais tarde viraria um motivo para eu escrever sobre isso neste blog. É certo que ninguém é perfeito, todos temos falhas e na maioria das vezes os problemas do dia a dia costumam deixar qualquer um chateado. Para algumas pessoas, mais especificamente para as mulheres, essa situação tem até nome a bendita TPM. Contudo definitivamente nada justifica alguém ser tão amargo com as pessoas em sua volta. Não há vantagens nenhuma em ser assim. Então por quê ser assim?

Somente uma coisa justifica tudo isso: a falta de fé em DEUS. Este é o maior problema que pessoas como essa moça carregam consigo. Um semblante pesado, uma postura rígida, como se construíssem barreiras de ferro e rejeitassem todo e qualquer tipo de mudança. Preferem seguir caminhando sozinhas e orgulhosas do que aquebrantar o coração e caminharem com DEUS. Confesso que orei pela moça e espero um dia poder vê-la diferente. É lógico que para isso ela precisará conhecer o único que pode mudar nosso jeito rude e orgulhoso, DEUS.

Bem, na verdade resolvi escrever para mostrar que a vida poderia ser tão menos amarga se fôssemos mais tolerantes e sensíveis. No final de um dia concerteza iríamos nos sentir mais humanos ou talvez melhores, simplesmente por amar a vida. Este é um dos passos para se chegar a DEUS: " SER O MELHOR POSSÍVEL NAS PRÓXIMAS 24 HORAS".